Manual do Coveiro

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Talvez pelo título vocês devem entender o assunto do post. É a minha adoração pelo livro A Menina que roubava Livros! E estou aqui para compartilhar meus sentimentos em relação à leitura do livro que o mundo já leu (se você não, se apresse). (Você, provavelmente, já deve ter lido vários tipos de resenhas e comentários sobre o livro, mas é sempre bom vislumbrar-se com comentários diferentes, certo?)

Um ponto fortíssimo do livro é a própria narradora. A morte. Pois é, a morte. E, ao longo do livro, descreve seus encontros com uma menina que teimava em não morrer. Em razão disso, a morte acaba por afeiçoar-se com a menina (Liesel) e decide rastrear suas pegadas. E, em meio ao abandono da mãe e a Guerra Nazista instaurada em uma Alemanha antiga, Liesel vê nos livros a possibilidade de se refugiar do medo e da solidão.
Instigante, não?
A leitura não é tão fácil quanto a que estamos acostumados com os nossos livros habituais, mas a Morte como narradora, além de ser uma novidade, reforçou meus pensamentos em relação à seu ser. Gosta de cores, de nomes e sente temperaturas e odores.
Além de me fazer refletir, (bom, que seja através de um livro) sobre sua função, suas opiniões e principalmente o seu "trabalho", saber mais sobre a morte me deu uma sensação diferente. Não sei, mas é isso mesmo. Passei a admirar Markus Zusak como autor por tamanha obra feita.

Ao fim da leitura mais gostei do que odiei e, realmente, desejo ler mais obras deste autor. Seria demais!
Só para constar, ainda não assisti ao filme. Gostaria. É um dos filmes que também está na minha lista.

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